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Adaptação de lentes de contato é ato médico

A normativa aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), afirma que a adaptação de lentes de contato é um procedimento exclusivo da profissão médica

A normativa aprovada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), afirma que a adaptação de lentes de contato é um procedimento exclusivo da profissão médica. A lente é um insumo utilizado pelo médico para realizar este procedimento. Não se tratando assim, de comercialização de produto.

O uso inadequado de lentes de contato pode gerar além de infecções graves, ceratites crônicas, infiltrações, formação de neovasos, úlceras de córnea, alergias, quadros de rejeição e até cegueira.

Segundo a resolução 1.965 do CFM, publicada no Diário Oficial da União (DOU), o ato médico quanto às lentes de contato devem seguir a seguinte sequência: consulta médica, exames complementares, avaliação clínica da escolha das lentes, processos de adaptação e controle médico periódico.

A médica oftalmologista e membra da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato Giselle Caon de Souza

Para o CFM, cabe ao médico determinar as características das lentes como o material, modelo, desenho e demais parâmetros técnicos a serem utilizadas em cada caso. “Costumo explicar que é como a prova e ajuste de um vestido de noiva, quanto mais perfeito, menor o risco de complicações”, explica a médica oftalmologista e membra da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato Giselle Caon de Souza. Ainda de acordo com a doutora, cada olho (córneas) tem suas medidas, como uma digital, o uso inadequado de lentes de contato pode gerar além de infecções graves, ceratites crônicas, infiltrações, formação de neovasos, úlceras de córnea, alergias, quadros de rejeição, cegueira entre outros.

Adaptação de lentes de contato é ato médico

A adaptação envolve um serviço médico especializado contínuo, com a análise de riscos do uso de acordo com cada paciente, sua profissão, o estado atual de seus olhos, se é portador de patologias oculares ou sistêmicas e não somete o “grau do óculos”. “Não existe receita de lente de contato, elas não se limitam ao grau mas sim, apresentam uma curva, diâmetro, índice de oxigenação, durabilidade, ângulo de umectação entre outras análises que mudam de olho para olho”, afirma.

O acompanhamento durante o processo de adaptação também é fundamental, pois a interferência de fatores externos e endógenos (como o surgimento de doenças), que podem alterar a características dos olhos, devem ser acompanhados e informado ao médico oftalmologista.

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Jefferson Severino

Jeff Severino, lageano, jornalista diplomado - SC-01571-JP, pela - UNISUL - Campus Pedra Branca - SC, profissional por sacerdócio e devoção, além de fotógrafo por paixão (passarela, eventos, mulheres, natureza). Especialista em turismo/gastronomia/hotelaria/destinos turísticos. Eterno viajante. Assessor de Imprensa da Associação Brasileira de Agentes de Viagens-SC. Articulista/colunista/editor/redator/fotógrafo de jornais e revistas e sites nacionais e internacionais. Contato: (48) 99163-7172 - TIM - WhatsApp

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