Turismo

Parques urbanos são opção para quem quer viajar sem sair da cidade

Existe muito verde em meio ao cinza e muita paz misturada ao ritmo frenético das grandes cidades do Brasil. Parques urbanos são opção para quem quer viajar sem sair da cidade
Os parques urbanos brasileiros são verdadeiros oásis. São cenários perfeitos pra caminhar, pedalar, praticar esportes, respirar ar puro e fazer piquenique.
É possível ouvir o canto relaxante dos pássaros, ver o colorido das ávores, das flores, da fauna e da flora. E se der sorte, terminar o dia com um fascinante pôr-do-sol. Os parques são pequenos paraísos que complementam a beleza das cidades sem esquecer o melhor do outro mundo: a natureza logo ali.
Esses são alguns dos principais parques urbanos do país:
Parque do Ibirapuera, São Paulo: Ícone de São Paulo, o Ibirapuera é o parque mais visitado da America Latina com aproximadamente 14 milhões de visitas em 2017. O nome Ibirapuera significa “árvore apodrecida” em tupi-guarani e vem de uma aldeia indígena que ocupava a região do parque quando a área era alagadiça com solo de várzea. Na luta contra a umidade, Manuel Lopes de Oliveira, um funcionário da Prefeitura na década de 1920 começou a plantar árvores na região. Em homenagem à ele o Ibirapuera tem um viveiro que leva seu nome, Viveiro Manequinho Lopes, que abriga uma diversidade de plantas e orquídeas. Com 158 hectares, foi inaugurado em 1954 em comemoração aos 400 anos da cidade de São Paulo. Os jardins foram desenhados pelo paisagista Otávio Augusto Teixeira Mendes, após o conceito de Roberto Burle Marx, e as construções históricas como os pavilhões que abrigam museus, o auditório, marquise entre outras são de autoria de Oscar Niemeyer, tombados pelo Instituto Patrimônio Histórico e Artístico Nacional.
Parque da Independência, São Paulo: Inaugurado em 1989, nas margens do córrego do Ipiranga, o parque faz parte do patrimônio histórico cultural brasileiro devido ao Grito da Independência, ali proclamada por D. Pedro I. A área de 161.300 metros quadrados abriga o Museu do Ipiranga, o Monumento à Independência e a Casa do Grito, além de um denso bosque e um grande trabalho de paisagismo no caminho entre o Monumento e o Museu.
Parque Laje, Rio de Janeiro: O parque, aos pés do morro do Corcovado, na rua Jardim Botânico, tem 52 hectares e foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1957 como patrimônio histórico e cultural da cidade do Rio de Janeiro. O palacete que fica no parque abriga, desde 1966, o Instituto de Belas Artes e a Escola de Artes Visuais. Desde 2004 o Parque Lage é parte do Parque Nacional da Tijuca, sob a administração do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade.
Jardim Botânico, Rio de Janeiro: Fundado em 13 de junho de 1808 por uma decisão do então príncipe regente português D. João, o parque hoje é um órgão federal vinculado ao Ministério do Meio Ambiente e constitui-se como um dos mais importantes centros de pesquisa mundiais nas áreas de botânica e conservação da biodiversidade.
Parque Tanguá, Curitiba: Inaugurado em 1996 na parte norte da cidade e construído onde existiam duas pedreiras, o parque ocupa uma área de 235 mil m² e garante a preservação da bacia norte do rio Barigüi, bem próximo à sua nascente. Tem dois lagos e um túnel artificial, além de ancoradouro, ciclovia, pista de corrida e lanchonete.
Parque Farroupilha, Porto Alegre: O Parque Farroupilha, também conhecido como Parque da Redenção, é o parque mais tradicional da capital gaúcha. Fundado em 1935, a área de 37,5 hectares faz parte da vida de Porto Alegre há mais de 200 anos. Localizado no coração da cidade, traz em sua estrutura partes da história de Porto Alegre, a partir de seus monumentos, eventos que promove, enfim, uma gama de atividades que ocorrem, principalmente, aos finais de semana.
Parque Municipal, Belo Horizonte: Localizado na região central de Belo Horizonte, o Parque Municipal Américo Renné Giannetti foi inaugurado em 26 de Setembro de 1897, antes mesmo da fundação da nova capital mineira. É o patrimônio ambiental mais antigo da cidade e foi projetado no final do século XIX pela comissão construtora encarregada de planejar a nova capital de Minas Gerais. Possui uma área de 182 mil metros quadrados de extensa vegetação. Abriga o Teatro Francisco Nunes, um orquidário, um pequeno parque de diversões e a parte dos fundos do Palácio das Artes.
Parque das Nações Indígenas, Campo Grande: Um dos espaços de lazer mais procurados de Campo Grande, o Parque das Nações Indígenas reúne diversas opções de cultura, lazer, contemplação da natureza e prática desportiva, a poucos minutos do centro da cidade. O parque, com cerca de 1,16 milhão de m² é considerado o “cartão postal” da cidade.
Parque Mangal das Garças, Belém: O parque, inaugurado em 2005, é um pedaço de toda a riqueza amazônica no centro de Belém. Com cerca de 40.000 metros quadrados às margens do Rio Guamá, o parque transformou uma antiga área em um local onde são representadas as diferentes macrorregiões do Pará: as matas de terra firme, as matas de várzea e os campos, com sua fauna. Com lagos, aves, vegetação típica, equipamentos de lazer, restaurante, vistas espetaculares da cidade e do rio, o Mangal das Garças logo se tornou um dos pontos turísticos mais elogiados de Belém.
Parque das Dunas, Natal: Criado em 1977, é parte integrante da reserva da biosfera da Mata Atlântica reconhecida pela UNESCO e, por isso, declarado Patrimônio Ambiental da Humanidade. O parque distribui-se por vários bairros da zona sul e leste da cidade, se estendendo ao longo da Via Costeira. Com 1.172 hectares, é o segundo maior parque urbano do Brasil e exerce uma grande importância na regulação do clima local.
Fonte: http://g1.globo.com/dynamo/turismo-e-viagem/rss2.xml

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Redação Egonoticias

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