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Dona Onete, Xênia França e Lucinha Turnbull são as novas atrações confirmadas do PSICODÁLIA 2019

PSICODÁLIA 2019

Dona Onete, Xênia França e Lucinha Turnbull são as novas atrações confirmadas do PSICODÁLIA 2019

 

Cantoras icônicas de diferentes segmentos da música brasileira reafirmam a pluralidade do festival que acontece no carnaval de Rio Negrinho (SC)

São Paulo, novembro de 2018 – O Psicodália, maior festival multicultural 100% independente do país, anuncia mais três nomes de peso no seu line up: Dona Onete, Xênia França e Lucinha Turnbull.

Elas se unem aos já confirmados Elza Soares, Mulamba, Aiace, Cao Laru, Kiko Dinucci, Hamilton de Holanda, Patrulha da Espaço, Soema Montenegro, Azymuth, Anelis Assumpção e Cordel do Fogo Encantado.

O festival está em sua 22ª edição e acontece no carnaval de 2019, em Rio Negrinho (SC), entre os dias 1º e 6 de março. A presença das
três artistas reforça a pluralidade do Psicodália dentro da música popular brasileira.

 

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Crédito: Thomas Artuzzi

 

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“O Psicodália foi criado, construído e seguirá sempre trabalhando para dar nossa contribuição para a música, para a arte, seja homenageando e apreciando os grandes artistas da história quanto lutando para criar espaço
para as novas gerações de artistas.

A arte nunca para ! E apesar de ter suas origens como um festival de rock and roll, vem desde sua criação abrindo espaço para os diversos e incríveis estilos musicais que enriquecem tanto nosso país e o mundo.

E continuará sempre nessa empreitada”, diz Klauss Pereira, diretor do festival. “Onete, Xênia e Lucinha são exatamente isso, artistas incríveis que representam a riqueza e diversidade artística-musical do nosso país, homenageia grandes artistas da nossa história e traz grandes artistas das novas gerações.

Elas demonstram muito bem o que é a nossa curadoria, a representatividade que precisamos na sociedade e a diversidade musical que sempre buscamos. Só podemos ser gratos com a oportunidade de termos elas e tantos(as) outros(as) artistas incríveis nessa edição”.

Rainha do “carimbó chamegado”, Dona Onete traz a música popular, divertida e sofisticada, dos ritmos amazônicos para o palco do Psicodália.

A cantora e compositora, que se tornou referência da música paraense no mundo, tem em seu repertório canções do álbum “Feitiço Caboclo”, lançado em 2012, e do seu segundo álbum, “Banzeiro”, de 2016. Com voz rouca e muita sensualidade, Dona Onete canta sobre a cultura raiz do seu Estado.

Em sua última obra, conta a história dos negros escravos que foram trabalhar nas lavouras de cana do Pará e trouxeram sua cultura de dança e ritmo que, mais tarde, uniram-se aos caboclos que lá já estavam, criando um ritmo denominado Bangüê. Dona Onete é brasilidade pura. “Ouvi falar sobre o Festival, ouvi relatos incríveis, e soube de grandes nomes que passaram por ele.

Gosto muito da ideia de fazer parte de algo que pensa em nosso meio ambiente, sustentabilidade e toda essa coisa… Estou imensamente feliz de levar nossa música e nossa voz pra somar com essa turma tão bacana. Estamos ansiosos pra tocar no Festival Psicodália”, diz.

 

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Crédito: Gal Oppido

 

Com seu álbum de estréia, “Xênia”, Xênia França concorre ao Latin Grammy 2018 nas categorias “Melhor Álbum Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa” e “Melhor Música” pela faixa “Pra que me chamas?”. Também concorre na categoria “Melhor Show” no Women Music Award 2018.

E são as canções dessa obra que ela apresenta para o público do Psicodália. Assim como no álbum, o show segue por um caminho poderoso em que traça o empoderamento da cantora e também a tomada de consciência sobre o poder da mulher negra.

O discurso do show, por meio da música, passa por assuntos que flertam com a afetividade, ancestralidade, intimidade, fé, inquietações e identidade.

Quando se trata de rock no Brasil, o nome de Lucinha Turnbull é sempre lembrado como a guitarrista da banda Rita Lee & Tutti Frutti.

Ela ficou pouco mais de dois anos no grupo, mas o suficiente para marcar a presença. E que presença, já que foi a primeira mulher a assumir a guitarra numa banda brasileira. No show do Psicodália, Lucinha, acompanhada de quatro músicos, canta parcerias com Rita Lee e Mathilda Kovac, composições de Gilberto Gil e Gonzaguinha, feitas especialmente para ela, além de homenagear duas de suas influências: Beatles e Bob Dylan.

Psicodália @ Rio Negrinho (SC)
Data: de 1º a 6 de março de 2019
Local: Fazenda Evaristo – Rio Negrinho/SC.
Ingressos: A partir de R$ 430,00 (meia-entrada). Os bilhetes estão à venda no
site Disk Ingressos, com parcelamento em até 6x sem juros.

 

SOBRE PSICODÁLIA

Psicodália é o maior festival multicultural 100% independente do país, que abre espaço para diversos cenários artísticos e culturais.

Na música, encontram-se presentes o rock’n’roll e suas vertentes, como e o rock progressivo e o psicodélico, o rock rural, e também estilos como o jazz, blues, mpb, soul, reggae e músicas regionais.

Atualmente, o festival é realizado na cidade de Rio Negrinho – SC (120km de Curitiba) e, desde 2006, ocorre anualmente no Carnaval. Isso faz do Psicodália uma alternativa para quem deseja um programa diferente para esse período.

O festival, que está em sua 22ª edição, tem como uma das ideologias o apoio à diversidade, respeito à natureza e conscientização ecológica, e trabalha com um programa de gerenciamento de resíduos onde todo o lixo gerado no festival é destinado.

Como uma das alternativas para reduzir a produção de lixo, é oferecido aos participantes copos reutilizáveis, onde é possível servir bebidas com refil. Além disso, o lixo é reciclado e há diversas lixeiras bem posicionadas e sinalizadas.

Em quase 20 anos, o festival já soma mais de mil apresentações musicais realizadas. Ian Anderson tocando o melhor do Jethro Tull, John Kay e Steppenwolf, Moraes Moreira, Alceu Valença, Arnaldo Batista, Baby do Brasil, Os Mutantes, Elza Soares, Tom Zé, Paulinho Boca, Naná Vasconcelos, Nação Zumbi, Sérgio Dias, Sá e Guarabyra, Ave Sangria, Jards Macalé, Traditional Jazz Band, Wander Wildner, Hermeto Pascoal, Orquestra Contemporânea de Olinda, O Terno, Blues Etílicos, Yamandú Costa, Almir Sater, Jupiter Maçã, Violeta de Outono, Baby do Brasil e Jorge Benjor são apenas alguns nomes que já se apresentaram por lá.

Além dos shows, também são promovidas atividades culturais que envolvem dança, teatro, circo, música, ecologia e saúde, assim como a exibição de filmes e peças de teatro, recreações adulto e infantil, exposições, bazar, entre outros.

Site: http://www.psicodalia.com.br/
Facebook: https://www.facebook.com/psicodaliafestival/
Instagram: https://www.instagram.com/psicodaliafestival/

 

SOBRE DONA ONETE

Há quem diga que ela começou a cantar ainda menina para os botos, em Cachoeira do Arari (Ilha do Marajó-PA). Ionete da Silva Gama foi Secretária de Cultura do Município de Igarapé-Miri e se aposentou como professora de história de estudos amazônicos.

Militou na política, se casou e separou. Casou novamente e ficou viúva. Teve filhos, netos e bisnetos. Pra lá dos 60 e tantos anos foi descoberta pelo grupo Coletivo Rádio Cipó, no bairro da Pedreira, em Belém.

A música, que até então havia sido trilha sonora da sua vida, passou a ser protagonista. Dentre suas mais de 300 composições, gravou seu primeiro disco em 2012, “Feitiço Cabloco”, aos 72 anos.

Hoje, aos 79, está no auge da sua carreira, colhendo os frutos de “Banzeiro”, álbum lançado em 2016, repleto de boleros, carimbós e bangüês. Turnê por todo Brasil, shows nos EUA e na Europa, música em novela da Globo.

Nos meses de junho e julho de 2017, foi a única artista brasileira a integrar o “World Music Charts Europe Top 20” com a faixa “Banzeiro” e, no mês de agosto, esta mesma música alcançou o 1º lugar. Chamada de “a rainha do carimbó chamegado”, Dona Onete é a musa da nova geração da música paraense.

 

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Crédito: Lais Teixeira

 

Facebook: https://www.facebook.com/donaonete/
Instagram: https://www.instagram.com/donaonete/
Youtube: https://www.youtube.com/donaonete

 

SOBRE XÊNIA FRANÇA

 

Xênia França, baiana radicada em São Paulo, é uma cantora reconhecida pelo seu trabalho dentro da banda Aláfia. Sua carreira começou em 2007, quando cantava na noite paulistana sambas e clássicos da MPB no extinto grupo Capadoxe.

Inserida em um cenário artístico de resgate e propagação da cultura Afro-Brasileira, a cantora se transformou em uma referência de empoderamento e comportamento feminino, principalmente para as mulheres negras. Lançou em julho de 2016 o single e videoclipe “Breu”, anunciando a produção do seu festejado álbum de estréia, “Xênia”, lançado em 2018.

Com pouco tempo de careira, a cantora já dividiu o palco com artistas como Elza Soares, Maria Bethânia, Emicida, Criolo, Margareth Menezes, Teresa Cristina, Tássia Reis, Liniker, Filipe Catto, Roberta Estrela D’Alva, Larissa Luz, entre outros.

Facebook: https://www.facebook.com/xaniquajohnson/
Instagram: https://www.instagram.com/xeniafranca/
Youtube: www.youtube.com/XeniaEric1

 

SOBRE LUCINHA TURNBULL

Aos 16 anos, Lucinha Turnbull mudou-se para Londres, onde formou o grupo folk Solid British Hat Band. De volta ao Brasil, em 1972, fez o show de abertura para os Mutantes no Teatro Oficina, em São Paulo. Em seguida, formou a dupla, com Rita Lee, Cilibrinas do Éden.

Juntas, participaram do Festival Phono 73, também em São Paulo. No mesmo ano, assumiu guitarra e vocal, ao lado da parceira, no grupo Tutti Frutti, com o qual excursionou pelo Brasil e gravou o histórico álbum “Atrás do Porto tem uma Cidade” (1974).

Já fora do Tutti Frutti, em 1975, estrelou o musical “Rocky Horror Show”, no papel da mocinha “Janet Weiss”, ao lado de Zé Rodrix e Antonio Bivar. Em 1976, formou o grupo Bandolim (com Péricles Cavalcanti e Rodolfo Stroeter).

No ano seguinte, tocou guitarra e participou dos vocais na gravação dos discos “Refavela”, de Gilberto Gil, e “Refestança”, de Gilberto Gil & Rita Lee, seguindo em turné pelo país com ambos os trabalhos. Ao longo de sua carreira, tocou e cantou em discos de Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Luiz Melodia, Jorge Benjor, George Duke, Made in Brasil, dentre outros.

Seu primeiro disco, “Aroma” (1980), tem músicas de Gilberto Gil, Rita Lee e Gonzaguinha. Sua música “Bobagem” (em parceria com Rita Lee), faz parte do álbum “Marginal”, de Cássia Eller.

 

Facebook: https://www.facebook.com/turnbulllucinha/
Youtube: https://bit.ly/2S54rcW

 

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Yuri Mine

Nascido em São Paulo Capital – SP. Fotografo no Studio Y.M e Diretor de Fotografia na No Name Filmes, Musico e adorador de tecnologia, motos e carros, sempre a procura de novos desafios e projetos.

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