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Entrevistas

Gêmeos siameses é tema de romance espírita de reconciliação!

O quarto romance do autor, intitulado “Sob a luz que liberta”, conta a história de dois irmãos que se tornaram inimigos

Romance espírita sobre reconciliação fala de gêmeos siameses

“Sob a luz que liberta”, de Sidney Fernandes, conta a história de dois irmãos que se tornam inimigos

O escritor espírita Sidney Fernandes lança seu nono livro pela Editora Ceac, mantida pelo Centro Espírita Amor e Caridade, de Bauru (SP). O quarto romance do autor, intitulado “Sob a luz que liberta”, conta a história de dois irmãos que se tornaram inimigos e, ao longo de várias encarnações, se recusam à reconciliação.

A história do livro reflete muitos dos conflitos existentes na atualidade, entre indivíduos e nações inteiras, além de trazer à tona sob a luz da Doutrina Espírita o intrigante tema irmãos xifópagos, comumente conhecidos como gêmeos siameses.

Conversamos com o autor, que também é conferencista, fundador e atual responsável pelas atividades da TV e Rádio Ceac, sobre a obra e questões ligadas à Doutrina Espírita. Confira:

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Sob a Luz que liberta – Foto Divulgação

1- Há espíritos que, por sua rebeldia e persistência no mal, são esquecidos por Deus?

Sidney Fernandes – Jamais! A ideia do inferno eterno e de criaturas sem perdão era alimentada desde a época de Jesus, por interesse de pessoas que ser arvoravam em intermediários de Deus e buscavam vantagens financeiras para conceder a salvação, em nome do Criador. Na questão 116, de “O Livro dos Espíritos”, mentores afirmam que um pai justo e misericordioso não pode banir seus filhos para sempre. Todos nós, um dia, seremos perfeitos, ainda que isso demore muito tempo. O fracasso de um só filho de Deus representaria a derrogação da sua lei de progresso. Fomos criados para o bem e um dia chegaremos a ele. Deus jamais desiste de seus filhos.

2- Você se refere a ataques espirituais concentrados e planejados por vítimas de um dos personagens. Isso realmente acontece?

Sidney Fernandes – Sim, o tempo todo. Chamo a atenção, todavia, para algumas dificuldades encontradas por eles, quando suas vítimas estão sob a proteção de forças iluminadas. Mas, reconhecendo seus erros, alguns personagens se utilizam do perdão e do bem e oferecem porto socorrista para algumas vítimas desencarnadas, abrindo-lhes a porta da reencarnação. Reconciliam-se!

3- Então, quando semeamos a dor e a morte, podemos colher os frutos nesta vida mesmo?

Sidney Fernandes –  Richard Simonetti (autor espírita) conta, em um de seus livros, a história de um ladrão que mata um motorista de táxi, a troco de alguns trocados, provocando-lhe a morte. Tempos mais tarde o assassino morre de câncer, em idênticas circunstâncias. É a perfeita ilustração da colheita que obtemos, quando semeamos espinhos em nossa jornada. Como diz Simonetti, cada um receberá segundo suas obras.

4- Seus livros não são psicografias. No entanto, se nota um estilo próximo ao de André Luiz (Chico Xavier). De onde você tira inspiração para criar histórias?

Sidney Fernandes – Este livro especificamente tem muito de André Luiz. Eu fiz uma pesquisa muito grande em torno das suas 13 obras que compõem a coleção “A vida no mundo espiritual”, pincei as melhores histórias que encontrei e as adaptei para o enredo do meu livro. Não sou médium psicógrafo, mas tenho recebido muitas inspirações quanto à temática e ao rumo de minhas obras. Tenho sido muito auxiliado pela Espiritualidade.

5- Em tempos diferentes, os dois irmãos briguentos do livro renascem em situações dolorosas?

Sidney Fernandes – Sim. Um deles, renasce como anão paralítico, com retardo mental profundo e sérias lesões cerebrais, com capacidade mental reduzida e de aspecto repugnante. Para protegê-lo do ataque de suas vítimas, reencarnou disfarçado, para que não fosse localizado. O outro também nasceu paralítico, não falava, não andava, via muito mal e quase nada ouvia da esfera humana. Semeou muitas ruínas e cumpria severa pena.

6- No livro, em dado momento, um dos encrenqueiros, desencarnado, atinge o sistema nervoso de sua vítima, encarnada. Isso acontece mesmo?

Sidney Fernandes –  Sim. Quando temos a consciência pesada por males cometidos, perdemos nossas defesas e nos sujeitamos às transmissões de substâncias negras, que podem atingir o nosso sistema nervoso, oriundas do obsessor.

7- Em fevereiro de 2018, um grupo de 30 profissionais realizou, no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, a primeira de quatro cirurgias para separação de duas gêmeas que nasceram unidas pelo crânio. Em seu livro você fala desse assunto?

Sidney Fernandes –  Sim, um caso muito semelhante, que conta, inclusive, com uma equipe espiritual para nortear os procedimentos médicos terrenos. Na verdade, foi uma surpresa para mim, pois esse assunto não é muito comum, no Brasil, e surgiu bem à época do lançamento do livro.

8- Esse assunto é muito complexo. A ciência deve interferir nessas situações cármicas?

Sidney Fernandes – Falo desse assunto no meu livro “Dr. Galton – O restaurador de passados”. Alguns se opõem à solução de problemas cármicos, com a errônea ideia de que não deveríamos pôr termo às provas do próximo, respeitando assim a vontade de Deus. Em outras palavras, como o sofrimento e a melhor forma de pagarmos os erros do passado, caberia a nos deixar que elas sigam o seu curso.

9 – E qual a posição da Doutrina Espírita sobre este assunto?

Sidney Fernandes – Ela se encontra em “O Evangelho segundo o Espiritismo”, de Allan Kardec: Pensam alguns que, estando-se na Terra para expiar, cumpre que as provas sigam seu curso. Outros há, mesmo, que vão até ao ponto de julgar que, não só nada devem fazer para as atenuar, mas que, ao contrário, devem contribuir para que elas sejam mais proveitosas, tornando-as mais vivas. Grande erro. É certo que as vossas provas têm de seguir o curso que lhes traçou Deus; dar-se-á, porém, conheçais esse curso? Sabeis até onde têm elas de ir e se o vosso Pai misericordioso não terá dito ao sofrimento de tal ou tal dos vossos irmãos: “Não irás mais longe”? Sabeis se a Providência não vos escolheu, não como instrumento de suplício para agravar os sofrimentos do culpado, mas como o bálsamo da consolação para fazer cicatrizar as chagas que a sua justiça abrira? (Cap. V – Bem-Aventurados os Aflitos – Item 27 – Dever-se-á pôr termo às provas do próximo?)

10- Você trata também de irmãos gêmeos, que nascem com aversão mútua?

Sidney Fernandes –  Há gêmeos que encarnam por simpatia. Acontece, no entanto, de a espiritualidade nos colocar ao lado de espíritos adversos, que vão lutar juntos no palco da vida.

11- Os médicos ouvem sugestões e intuições dos médicos espirituais?

Sidney Fernandes –  Sem dúvida. No livro, descrevo uma situação em que trabalham, lado a lado, equipes médicas do além e da Terra. André Luiz nos relembra que os médicos devem se aproximar da fé religiosa, seja qual for a sua denominação. Assim vão contar com seus amigos espirituais e acertar mais e errar menos, em seus diagnósticos e cirurgias. E desabafa: “Ah! Se os médicos orassem!”

Mais sobre o autor e o livro “Sob a luz que liberta”:

+ LEIA MAIS: Os jovens Vini e Lucas gravam seu primeiro DVD em São Paulo com surpresa especial

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Divulgação: Sheila Junqueira/Comunicação e assessoria

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Lourdes Castro

Nascida em São Paulo, Capital - SP, Brasil, Formada em Comunicação Social pelas Fiam- Faculdades Integradas Alcântara Machado, Pós Graduada em Administração de Marketing pela Fecap, Especialização em Assessoria de Imprensa pelo Senac. Jornalista, Assessora de Imprensa e Produtora do Programa Fama & Destaque da Apresentadora Viviane Alves, pela TV Guarulhos. MTB 15521

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